O autor retorna a algumas questões de capítulos anteriores, voltando a frisar o cumprimento de profecia messiânicas por parte de Jesus (1-2, Is 9:1). Novamente falsos religiosos vão à seus pés, sem, no entanto, submeter-se voluntariamente a Ele (3), questionando a respeito da lei mosaica, que Jesus respondeu de forma altamente espiritual (3-12). Também novamente crianças são postas diante dos discípulos, tomadas como exemplo de integrantes do Reino dos céus por Jesus (14), aos quais abençoou (15). Atende a um jovem pretendente à vida eterna, apegado às circunstâncias temporais (17-22) provocando dúvidas aos discípulos (23-30), as quais foram dissipadas por Jesus.