
Episódio
No Palácio do Planalto, o ministro Paulo Pimenta da Secretaria de Comunicação Social, conversou com a imprensa sobre a divulgação de dados de quebras de sigilo no cartão corporativo de Bolsonaro. Segundo Pimenta, o governo Jair Bolsonaro (PL) negou mais de 65 mil pedidos via LAI (Lei de Acesso à Informação) alegando sigilo por questões de segurança. O ministro Paulo Pimenta disse que , 2 mil deles ainda estão sendo analisados pela CGU (Controladoria Geral da União), por causa do decreto assinado por Lula no dia da posse, que visa liberar as informações escondidas pelo antigo governo. Na manhã desta quinta (12), a Secretaria Geral do governo Lula (PT) liberou os gastos de Bolsonaro com cartão corporativo, que chegaram a R$ 27,6 milhões entre 2019 e 2022. Segundo Pimenta, estes dados são diferentes das demais quebra de sigilos, como a carteira de vacinação do ex-presidente ou relativos à gestão do ex-ministro Eduardo Pazuello à frente da Saúde. Estes ainda dependem da CGU para ser revelados. "Estas informações que têm sido divulgadas [hoje] foram divulgadas por conta de decisão do Tribunal de Contas [da União]. Isso não tem nada a ver com o decreto [de Lula] que está em vigência. No prazo de 30 dias [a partir de 1º], a CGU vai fazer uma análise de outras informações, de outros documentos, que foram colocados em sigilo e hoje são objetos de análise do novo governo.", disse Paulo Pimenta, ministro da Secretaria de Comunicação Social. . radio..pt.org.br