
Episódio
2025 não foi “só mais um ano” no noticiário internacional. Foi o ano em que a ordem global perdeu o rumo, o BRICS ganhou massa crítica e o Sul Global deixou de ser coadjuvante para virar eixo de decisão em comércio, energia, logística e tecnologia. Neste episódio do NOMcast, destrinchamos como o BRICS expandido, a crise de confiança com os EUA e o avanço da China como substituta estratégica do Ocidente redesenharam o mapa do poder — e o que isso significa, na prática, para quem faz negócios internacionais a partir do Brasil. 📌 BRICS 2025: o que muda quando um bloco que inclui Egito, Emirados Árabes, Etiópia, Irã e Indonésia passa a representar mais da metade da população mundial e cerca de um terço da economia global. 📌 A crise estrutural de confiança nos EUA: instabilidade política, pressões unilaterais e volatilidade regulatória que empurraram governos e empresas a buscar alternativas concretas na China, Índia e Oriente Médio. 📌 China como “substitute” da ordem ocidental: mais investimentos em infraestrutura no Sul Global, avanço de tecnologia doméstica (chips, IA, carros elétricos, robótica) e reforço das cadeias asiáticas. 📌 As grandes rupturas logísticas de 2025: Suez/Mar Vermelho, Canal do Panamá e choques climáticos em portos asiáticos — e como isso acelerou a ascensão do Sul Global como novo hub de comércio. 📌 Realinhamentos pós-Gaza e Ucrânia, avanços do RCEP, explosão dos carros elétricos chineses e enfraquecimento do Mercosul como fatores que mudaram rotas, acordos e estratégias empresariais. 📌 A COP30 em Belém como símbolo da desconexão entre narrativa e realidade: grande evento, pouca entrega — e a pergunta incômoda sobre o papel que o Brasil realmente quer exercer no mundo. 📌 O que tudo isso significa para o Brasil: um país em posição estratégica num mundo multipolar, mas ainda politicamente perdido, economicamente estagnado e geopoliticamente inconsistente. 🚀 Um episódio para entender por que 2025 foi o ano da virada geopolítica — e por que, daqui para frente, quem quiser competir de verdade vai precisar pensar em BRICS, Sul Global, China e diversificação de mercados como parte central da estratégia, não como “assunto de diplomacia”. #Retrospectiva2025 #Geopolítica #BRICS #SulGlobal #China #ComércioExterior #LogísticaGlobal #BrasilNoMundo #NOMCast