Escritora, jornalista e editora de não ficção. Que mulher interessante e doce. Preparem as notas, vêm aí mais leituras que valem a pena. Os livros que a Marta escolheu: Liberdade, Jonathan Franzen; Lucy à beira-mar, Elizabeth Strout; Pátria, Fernando Aramburu; Lisboa, Luanda, Paraíso, Djaimilia Pereira de Almeida. Os livros que escreveu: Madrinhas de Guerra; Cartas de Amor e de Dor; Retornados – E a vida nunca mais foi a mesma; África (para sempre) Minha. Outras referências: Os Interessantes, Meg Wolitzer Outros da Elisabeth Strout: O meu nome é Lucy Barton; Tudo é Possível; Oh William. Caderno Proibido, Alba de Céspedes. Recomendei: Conta-me Tudo, Elisabeth Strout; Somos o Esquecimento que Seremos, Hector Abad Faciolince; Cicatrizes, Dino D’Santiago. O que ofereci: Mudar de Ideias, Aixa de la Cruz. Frase do Álvaro Laborinho Lúcio que a Marta leu: “Ninguém nasce de uma vez, nascemos aos poucos pelo tempo fora. Vamo-nos juntando à medida que nascemos, vamo-nos desconjuntando à medida que vivemos e nunca chegamos a estar inteiros.” Os livros aqui: www.wook.pt