
Episódio
Neste episódio do Happy Auer, mergulhamos na história dos inibidores de BTK — de como uma imunodeficiência descrita por Bruton ajudou a pavimentar uma das classes mais transformadoras para LLC e linfomas até a evolução das moléculas (covalentes e não covalentes) e o debate sobre o perfil de segurança, resistência e futuro desta classe terapêutica. Na segunda metade, viramos a chave para a cultura: “batalhas de covers” e uma playlist para você discordar (ou concordar). Você vai ouvir sobre: BTK na sinalização do receptor de célula B e por que isso muda a história de LLC/linfomas A história do ibrutinib e o que aprendemos com as gerações seguintes O debate covalente vs não covalente e “para onde vai a terapia” Parte cultural: covers (e como “verdades transitórias” servem pra música e pra medicina)