
Neste episódio partilho uma reflexão muito clara: o coaching não é para quem precisa. É para quem quer. Não é uma questão de urgência externa, nem de alguém considerar que outro devia mudar. É uma decisão interna. Ao longo do meu trabalho com atletas e com pessoas em diferentes contextos, percebo muitas vezes esta confusão: apontamos o processo como solução… quando a pessoa envolvida ainda não decidiu que quer olhar para si, questionar-se e assumir responsabilidade. O coaching não é milagre. Não é moda. Não é imposição. É disponibilidade. É maturidade. É compromisso com um caminho que pode ser exigente. Uma conversa honesta sobre escolha, responsabilidade pessoal e o que realmente significa entrar num processo.