
CONVERSAS COM... Convidados: 👩🏫 ROSEMARY DOS SANTOS Professora da FEBF/UERJ e do ProPEd/UERJ Líder do grupo EduCiber Pós-doutora (UFMT) • Doutora e Mestre em Educação (UERJ) 🌐 ATUAÇÃO: Educação, Cotidianos Escolares, Cibercultura, Formação Docente, Currículo e Periferias Urbanas. ✨ Trajetória: Procientista FAPERJ e ex-bolsista Jovem Cientista do Nosso Estado. Com mais de 25 anos na Educação Básica, é referência nas pesquisas com os Cotidianos e nas articulações entre formação e práticas educativas em contextos periféricos e digitais. 🎓 Leonardo Conceição Gonçalves Professor do INES/RJ • Doutor em Educação (UERJ) Membro do grupo EduCiber Atua com Educação na Cibercultura, Educação de Surdos e Formação Docente, articulando pesquisas com os Cotidianos, redes educativas, imagens e sons. 🔍 Pesquisa: “Cibergambiarras como quem dá nó em pingo d’água” Investiga práticas criativas em contextos educativos digitais, onde improviso, precariedade e invenção se transformam em força formativa e curricular. As cibergambiarras revelam modos de criar saberes nos cotidianos da Cibercultura. 👩💻 ALEXSANDRA BARBOSA JOAQUIM Pedagoga na UERJ Mestre e Doutoranda em Educação (ProPEd/UERJ) Coordena o LaTIC/DAPI/PR1 🔍 PESQUISA: “Conversas sobre e com as Pesquisas com os Cotidianos e a Cibercultura” Investiga como os Estudos com os Cotidianos articulam-se com as tecnologias digitais em rede, explorando processos formativos e modos de “sentipensarfazer” que ampliam os vínculos com a Cibercultura. Resumo: Neste episódio, os participantes discutem a interseção entre Cibercultura e Educação, explorando como as tecnologias digitais influenciam as práticas educativas e a formação docente. A conversa abrange a importância de compreender os cotidianos e as redes educativas, além de refletir sobre a evolução da linha de pesquisa em Educação na UERJ. A conversa explora os movimentos da pesquisa destacando a importância das redes educativas e a produção de conhecimento em diversos formatos, incluindo o audiovisual. A pesquisa se aprofunda nas experiências de professores e nas teorias que fundamentam as práticas educativas, bem como, a importância da narrativa e da política na pesquisa. Além disso, a conversa destaca o conceito de Cibergambiarra que surge como resposta criativa às limitações de comunicação e interação social durante a pandemia, enfatizando a inventividade e a adaptação dos "discentesdocentes" a partir de contextos desafiadores. Os pesquisadores desse grupo destacam experiências práticas; a importância de criar currículos que reflitam as inovações digitais que transformam a cultura, com as táticas de Cibergambiarras e a necessidade de um currículo em movimento que se adapte às realidades contemporâneas. palavras-chave: Cibercultura,Educação, Pesquisa, Cotidiano, Tecnologia, Formação Docente, Ambientes Virtuais, Metodologias, Redes Educativas, Práticas Formativas, Gambiarras, Cotidiano, Política, Conhecimento, Currículos, Cibergambiarras, CiberEducação *Fotos cedidas pelos participantes *Mais ilustração com canvas e IA