
Muitas empresas adotam inteligência artificial sem clareza sobre o problema que desejam resolver. A tecnologia, nesses casos, acaba virando um fim em si, e não um meio estratégico. Sem dados bem tratados e objetivos definidos, os projetos tendem a falhar. A IA não substitui o humano — ela amplia sua capacidade. Seu verdadeiro papel é escalar o acolhimento e tornar as relações mais humanas. Participantes: Eduardo Silveira, Gerente de TI Sênior, Hapvida.Host(s): Cassio Politi, Apresentador, Tracto. Leandro Crispilho, Consultor Executivo de Novos Negócios, Positivo S+.