
Em 2015, o quadrinho brasileiro entrava em um processo de mudanças que moldaria o futuro de seus mais diferentes aspectos – produção, divulgação, mercado. A bem da verdade, esse processo já vinha ocorrendo anos antes, mas é em 2015 o momento em que diversos elementos se alinham para transformar a HQ nacional para sempre: nasce uma casa editorial (Mino) focada 100% em nossos artistas, embalando o gibi independente num formato de luxo nunca antes visto; é inaugurada em São Paulo uma comic shop (Ugra Press) voltada principalmente para a venda de zines e quadrinho alternativo; é gestada a ideia para uma premiação (Prêmio Grampo) que olha para o panorama geral dos lançamentos de HQs no Brasil – e essas são apenas algumas das iniciativas daqueles tempos efervescentes. De lá pra cá, o que mudou e o que se mantém nesse cenário? O que evoluiu, o que regrediu? O Krazy Kazt, uma década depois, mergulha no fabuloso quadrinho brasileiro de 2015 para analisar por que aquele momento foi fundamental para os nossos gibis. Capítulos 0:00 – Abertura 1:15 – Comentários iniciais 5:13 – Introdução: por que analisar o ano de 2015 14:50 – Inauguração da loja física da Ugra Press 19:05 – Criação da editora Mino + crise no mercado de livros 31:07 – O fortalecimento da CCXP + a importância dos eventos para a produção 43:16 – A imprensa especializada em gibis 50:10 – Movimentos editoriais 56:26 – Antologia O Fabuloso Quadrinho Brasileiro de 2015 1:01:35 – Prêmio Grampo de 2016 + a figura do "crítico" de quadrinho 1:12:52 – Prêmio Grampo de 2025 1:17:28 – O quanto o gibi nacional mudou em dez anos: temas e estilos 1:40:54 – Despedida Quadrinhos comentados – Aventuras na Ilha do Tesouro, de Pedro Cobiaco (Mino) – Talco de Vidro, de Marcello Quintanilha (Veneta) – Lavagem, de Shiko (Mino) – Quando Nasce a Autoestima?, de Regiane Braz e Jefferson Costa (Trem Fantasma) – Pigmento, de Aline Zouvi (Cia. das Letras) – Filosofia do Mamilo, de Vitorelo (Veneta) – O Fabuloso Quadrinho Brasileiro de 2015 (Narval) – Coleção Ugritos (Ugra Press) Créditos musicais – Tema CCXP (versão de Filipe Lima) – Lucy and Linus, de Béla Fleck and the Flecktones