
Mãe Nicinha relembra como viveu a repressão policial ao candomblé no terreiro Olufanjá: licenças obrigatórias, batidas constantes, atabaques apreendidos e rituais escondidos no fundo do quintal. Suas memórias mostram como o racismo religioso atravessou gerações e como a fé resistiu apesar de tudo. Para conteúdos adicionais, acesse https://www.oaxedelas.com.br/ Instagram @oaxedelas