
Na dinâmica dos papéis de gênero, onde pessoas trans têm sido acusadas de reforçarem os estereótipos ao mesmo tempo que cobradas para se encaixarem neles, é possível pensar em um outro lugar? É possível vencer esse jogo? Como lidar com a pressão de performar uma masculinidade na qual não fomos socializados e que muitos de nós sequer concorda? Por outro lado, seria o homem trans o homem perfeito, que é carinhoso, consciente, sensato e desconstruído? Afinal, o homem trans é o melhor dos dois mundos? Um Programa da Rede Ativista de Vozes @FIOPodcasts @degenerados.podcast por @jonasmariaa e @vitor.a.lourenco Arte por @flavsart