
Após o golpe militar de 26 de novembro de 2025 que interrompeu as eleições e instalou o Alto Comando Militar, as principais coligações da oposição na Guiné-Bissau — PAI-Terra Ranka (liderada pelo PAIGC) e API-Cabas Garandi — lançam um manifesto ousado: propõem diálogo direto com a junta, sob mediação internacional, para restaurar a democracia. O documento denuncia manipulações nas forças de segurança, tentativas de alterar a Constituição e a deriva autoritária em curso. A saída sugerida? Uma negociação tripartida entre o Comando Militar e os principais candidatos presidenciais (incluindo figuras como Fernando Dias e possivelmente Umaro Sissoco Embaló), com exigências claras: libertação de presos políticos em prisão domiciliária, devolução das liberdades civis e reorganização do calendário eleitoral. Será este o caminho para evitar mais instabilidade ou uma ilusão em meio ao poder armado? Analisamos o manifesto, o contexto pós-golpe e o que isso significa para o futuro da Guiné-Bissau. #GuinéBissau #Golpe2025 #Oposição #DiálogoNacional #CrisePolítica #PAIGC