Por que as artes marciais parecem ter perdido profundidade, sabedoria e sentido?Neste primeiro vídeo da série "Arte não-marcial", iniciamos uma conversa necessária sobre o desvirtuamento das artes marciais contemporâneas: quando a técnica substitui a presença, quando a forma vira coreografia e quando o corpo deixa de ser ouvido.O budô não nasceu para formar corpos brutos nem para glorificar a guerra. Nasceu como uma transformação da arte de guerra em um caminho de vida, onde o treino no tatame deveria nos tornar pessoas mais conscientes fora dele.Neste vídeo, falo sobre:- Por que a repetição técnica sem presença empobrece o caminho- A diferença entre treinar para vencer e treinar para aprender- O corpo como território de escuta, emoção e sabedoria- A colonização do corpo pela técnica "importada" e pela vaidade- O conflito como ferramenta de autoconhecimento, não de glória