
A psicanálise pode ser belamente comparada ao ato de descascar uma cebola. Cada camada retirada revela outra — mais úmida, mais próxima do centro, mais sensível. Assim é o processo analítico: começa-se pela superfície do que se diz, dos sintomas, das repetições. Com o tempo, vai-se entrando em contato com memórias recalcadas, desejos ocultos, traumas antigos. Bate papo sobre saúde mental com José Medina do @caos.sutil