
O episódio contextualiza Celso Furtado e sua obra Formação Econômica do Brasil (1959), destacando a crítica à trajetória dependente e desigual da economia brasileira. Discute os ciclos econômicos coloniais, a lógica de exportação, a dependência tecnológica e financeira e os quatro momentos na transição para o trabalho assalariado. Articula esses elementos com teorias organizacionais clássicas mostrando limites de sua aplicação acrítica no Brasil. Encerra com uma síntese reflexiva sobre como as organizações podem repensar práticas de gestão e relações de trabalho diante das heranças históricas.