
Neste episódio, tivemos a participação de Kaká Silveira e Ana Paula Nunes, duas mães que fazem parte da Rede Mães de Luta MG através do Movimento Mães de Maio MG. Aqui, Kaká conta um pouco da história do movimento, de sua dor e de sua entrada na luta, e Ana Paula nos dá um comovente depoimento sobre a morte de seu filho, falando da importância de ter um coletivo que a apoie. As referências utilizadas foram os livros “Do Luto à Luta” e "Memorial dos Nossos Filhos Vivos: as vítimas invisíveis da democracia", organizados pelo Movimento Mães de Maio SP com o apoio da Fundação Fundo Brasil de Direitos Humanos. Este podcast é uma produção: Rede Mães de Luta MG Depoimentos: Kaká e Ana Paula Nunes Roteirização e edição: Nina Caetano (NINFEIAS) Vinheta - narração: Jhutay Nogueira (Casa Acolher/projeto Romper) // - remix: Shaitemi DJ (NINFEIAS) - Músicas: Comigo/Mulher do Fim do Mundo (Elza Soares) - Tratamento do áudio: Sarah Dutra (Associação Imagem Comunitária) Imagem (logo da rede): AIC - Associação Imagem Comunitária Acessem nossas redes: Facebook: https://www.facebook.com/maesdelutamg Instagram: https://www.instagram.com/maesdelutamg E-mail: redemaesdelutamg@gmail.com A Rede Mães de Luta MG é integrada pelos coletivos: Agenda Estadual pelo Desencarceramento MG; AIC (Associação Imagem Comunitária); AMNB (Articulação de Mulheres Negras do Brasil); Associação de Amigos e Familiares de Pessoas Privadas de Liberdade; Bloco Afro Angola Janga Casa Acolher / Projeto Romper; Centro Comunitário Pró Construção e Desenvolvimento do Taquaril (BH); Coletivo Mães do Alto (BH); Coletivo Negras Ativas (BH); Coletivo Pretas em Movimento (BH); Coletivo Vozes da Rua (Juiz de Fora); FOPIR (Fórum de Promoção da Igualdade Racial); Fórum das Juventudes da Grande BH; Grupo Mães que Choram (BH); Grupo Vidas com Arte (BH); Kilombo Manzo Ngunzo Kaiango; Movimento Mães de Maio (MG); Movimento Mães de Maio (SP); Movimento Mães pela Diversidade (MG); Movimento Moleque (RJ) NINFEIAS – Núcleo de Investigações Feministas Nzinga (Coletivo da Mulher Negra de Belo Horizonte); ODARA Instituto da Mulher Negra (BA); Pontos de Luta (BH); Rede Afro LGBT (MG); Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência; Rede de Mães e Familiares de Vítimas da Violência do Estado da Baixada Fluminense (RJ); Rede de Mulheres Negras de Minas Gerais.