
Este artigo revisa a técnica de pulpotomia de Cvek para tratar dentes permanentes que sofreram fraturas coronárias graves com exposição da polpa. A pesquisa indica que, embora o atendimento imediato ajude a reduzir a dor, o procedimento pode ser bem-sucedido mesmo se realizado com um atraso de até nove dias. O sucesso clínico depende da remoção da camada inflamada até atingir o tecido saudável, além de uma restauração hermética para evitar novas infecções bacterianas. Observou-se que dentes com ápices abertos tendem a apresentar um melhor prognóstico de cicatrização do que dentes maduros. Fatores como a extensão da exposição e traumas concomitantes de luxação também influenciam a recuperação e a vitalidade do órgão dental. No geral, o estudo reafirma a eficácia dessa intervenção conservadora em comparação a tratamentos mais invasivos. Referência: Bimstein, E.; Rotstein, I. "Cvek pulpotomy–revisited." Dental Traumatology 32.6 (2016): 438-442.