Uma crônica sobre o tempo, o amor e os silêncios que nos atravessam sem aviso. Em meio a uma festa, Mônica Cunha observa um casal e se emociona ao perceber o crescimento de alguém que acompanhou desde a infância. Entre lágrimas discretas e memórias, o texto revela o contraste entre o que vemos no outro e o que sentimos em nós mesmos. Uma reflexão sobre transformação, afeto e os instantes que nos fazem parar e sentir.