
Polémica, ousada e polarizante são palavras que definem na perfeição a peça criada por Tiago Rodrigues que, numa sociedade dominada pelos monitores, conseguiu a proeza de colocar o teatro nas bocas do mundo. Partindo da figura mítica de Catarina Eufémia, esta peça propõe uma reflexão sobre a legitimidade da violência como ferramenta de luta política, quando usada para impedir a tomada do poder pelos fascistas. Mas onde traçamos o limite? Onde está a linha que separa o opressor do oprimido? Ficar parado é uma opção quando os nossos direitos fundamentais estão em causa? São alguns dos pontos que discutimos no episódio de hoje. E não se esqueçam: 25 de abril sempre! Fascismo nunca mais!