As pessoas mostram quem são o tempo inteiro, às vezes sem perceber. Uma discussão recente, uma memória da infância em uma fábrica de vidro e até O Diabo Veste Prada me fizeram pensar muito sobre amabilidade, dureza, pertencimento e sobre o que a gente começa a transbordar quando vive tempo demais em ambientes que fazem a gente entrar em modo sobrevivência. No fim, acho que ficou um episódio sobre continuar sendo quem você é sem precisar endurecer pra existir.