
54% dos brasileiros querem mudar de emprego em 2026 e o filho de oito anos do Shapoka chega da escola perguntando o que é "CLT" — porque virou xingamento no recreio. Acabou o amor à camisa? Ou nunca foi pra todo mundo, pra começo de conversa? Abramo confessa que ignora todo headhunter que aparece no LinkedIn da Hotmart sem nem abrir a mensagem. Salomão defende com unhas e dentes que ninguém cresce no terreno que amaldiçoa. Shapoka rebate: amor à camisa não é o cara que sabe que ganha mal e ainda assim defende a empresa no churrasco? No meio do caminho, a conversa passa por: até onde o amor à empresa é recíproco (e a hora exata em que vira número numa planilha) a virada do pêndulo: empresa parou de vender propósito, agora é o funcionário que cobra o "nós somos uma família" e o medo que ele dá em quem já caiu nessa amor condicional vs. incondicional no trabalho — e por que confundir os dois custa caro Mais um Bingo Corporativo no ar. Aperta o play, marca quem precisa ouvir e nos conta nos comentários: você ainda veste a camisa ou já tirou faz tempo?