
Neste episódio do Between Futures, Flavio Pripas e Rodrigo Conde exploram cinco tensões centrais da nova era da inteligência artificial, saindo do hype e entrando nas implicações concretas para empresas, profissionais e sociedade. A conversa começa com o avanço do Shadow AI, quando colaboradores usam chatbots, copilots e agentes no trabalho sem aprovação formal, muitas vezes impulsionados por pressão por produtividade e pela lentidão das empresas em oferecer alternativas oficiais. A partir daí, o episódio discute por que governança não pode significar paralisia e por que, em muitos casos, o maior risco está justamente em impedir experimentação. Na sequência, os dois mergulham no surgimento do Chief AI Officer, o "CAIO", e em como esse papel muda completamente conforme o porte da empresa. O papo também enfrenta uma das perguntas mais desconfortáveis do momento: se um profissional sênior com IA faz o trabalho de um time inteiro, como o júnior ganha repertório para se tornar sênior no futuro? O episódio ainda entra em temas mais profundos, como o paper da Anthropic sobre representações internas de emoções em modelos de linguagem, os riscos de manipulação em sistemas cada vez mais capazes e o caso do Claude Mythos, que levanta alertas sobre breakout de sandbox, cybersecurity e concentração de poder nas mãos de poucos players. Se você quer entender como AI está mudando estratégia, governança, formação de talentos, segurança e o próprio equilíbrio de poder no mercado, esse episódio é para você. Neste episódio: Shadow AI e a crise de governança em tempo real O papel do CAIO nas empresas pequenas, médias e grandes O colapso do modelo tradicional de formação de profissionais júnior Emoções funcionais em LLMs e os riscos de manipulação Claude Mythos, zero-days e a nova corrida armamentista da IA