
Nesta crônica, Mônica Cunha abre o portão da casa onde cresceu e convida o ouvinte a caminhar por lembranças que transformam um simples endereço em lar. Entre a varanda, a cozinha e os rituais da mãe de 86 anos, ela mostra como preparar a água do café, organizar as xícaras e cuidar de cada detalhe da casa são gestos que carregam amor, dignidade e afeto. Um convite para desacelerar e perceber que, muitas vezes, a felicidade mora nas pequenas tarefas do dia a dia.