
Há uma verdade silenciosa que pode mudar tudo sobre a forma como nos movemos pelo mundo, mas a maioria de nós a ignora: você não é obrigado a carregar o que não é seu. Numa cultura que celebra o auto-sacrifício, a empatia e a doação infinita, esquecemos que limites não são muros; eles são as raízes do nosso próprio bem-estar. Aprendi, às vezes da maneira mais difícil, que amar os outros não significa entregar a paz às tempestades deles.