
“Eu ainda me odiava.” Foi isso que a Debbie Ford percebeu depois de anos de terapia, meditação, retiros, leituras e mudanças na própria vida. E foi essa frase que me fez parar na releitura de O lado sombrio dos buscadores da luz. Quanto do que chamamos de desenvolvimento pessoal ainda é uma tentativa de fazer algumas partes nossas simplesmente sumirem? Neste primeiro episódio da leitura acompanhada, a gente começa por uma mudança de pergunta: em vez de “como eu faço para deixar de ser assim?”, “pra que isso me serviu?” Porque reconhecer a utilidade de uma parte nossa não significa deixar que ela assuma o comando. Significa poder ESCOLHER o que fazer com ela.