
E se a razão não fosse o que sustenta nossa vida mental, mas algo que só consegue se desenvolver porque existe uma base afetiva por baixo dela? Neste vídeo, discutimos como o afeto participa do desenvolvimento da inteligência, da linguagem, da capacidade de explorar o mundo e até da nossa saúde ao longo da vida. A partir do livro Inteligência Afetiva, de Roberto Shinyashiki, passamos por experimentos clássicos da psicologia, como os estudos de Harry Harlow, René Spitz e Seymour Levine, além das ideias de Vygotsky, Eric Berne e do Harvard Study of Adult Development. Falamos sobre solidão, abandono, isolamento digital, pertencimento, empatia, estímulos afetivos e uma pergunta que atravessa todo o vídeo: até que ponto conseguimos pensar bem quando nossas necessidades de vínculo e reconhecimento não estão sendo atendidas? No fim, talvez a velha definição do ser humano como “animal racional” precise de um complemento. Somos seres racionais ou seres afetivos que aprenderam a raciocinar? Comenta aí o que você acha. Fonte principal: SHINYASHIKI, Roberto. Inteligência Afetiva: o carinho ainda é essencial. São Paulo: Editora Gente, 2023. Este episódio foi possível graças ao apoio de Sabiá Gestão de Marcas. Use nosso cupom NPC10 e fale com eles para dar vida à sua marca: Instagram: @sabiamarcas WhatsApp: (16) 99222-7672 Site: sabiamarcas.com.br Encontre o Não Precisa Copiar em: Site: nprecisacopiar.com.br Instagram e Twitter: @nprecisacopiar Apoie no Catarse: catarse.me/nprecisacopiar E-mail/Pix: nprecisacopiar@gmail.com Música: The Manuu