
Uma caixa cheia de vestígios arqueológicos guarda, no Museu Décio Thadeu, no campus Alameda do Instituto Superior Técnico, algumas pistas que podem ajudar a perceber como era Lisboa há sete mil anos. Esse testemunho da milenar ocupação da capital por seres humanos foi descoberto por prospeções feitas em Monsanto, em 1917, dirigidas por Ernest Fleury, o primeiro professor de Geologia e Paleontologia no Técnico. Entre os vestígios encontrados estão ossos humanos pré-históricos, coisa rara de encontrar na cidade. Esta é a versão alargada da conversa com Carlos Didelet, arqueólogo do Centro de Arqueologia de Lisboa, da Câmara Municipal de Lisboa, e investigador de arqueologia do Instituto de Arqueologia e Paleociências da Universidade Nova de Lisboa e da Universidade de Évora. Reportagem: Marco António (366 Ideias) Pré-produção: Joana Lobo Antunes, Sílvio Mendes e Filipa Soares (Área de Comunicação Imagem e Marketing do Técnico) Saiba mais em 110.tecnico.ulisboa.pt