
É hoje um dos símbolos do Grupo de Cantares Tradicionais do Instituto Superior Técnico, mas fez um grande caminho no tempo até aqui chegar. A bilha de azeite chegou ao Técnico durante o período da construção do campus da Alameda do Técnico, que durou entre 1929 e 1942, e esteve escondida entre caves e arquivos até ser adotada pelo grupo do Técnico, fundado em 2001. Passou uma vida no Técnico, tendo sido encontrada numa das casas de duas famílias que viveram na cave do edifício central do Técnico durante a construção do campus. Esteve décadas guardada num arquivo morto da instituição e ganhou vida neste século para ajudar o grupo que preserva e divulga as modas, os usos e costumes de antigamente. A história deste grupo de cantares faz-se todas as semanas, com ensaios à segunda-feira e com concertos por todo o país. Parte dela pode ser ouvida no 36.º episódio do podcast 110 Histórias | 110 Objetos. Esta é a versão alargada da conversa com Delminda Carneiro Luís, antiga funcionária do Técnico e membro-fundador do Grupo de Cantares Tradicionais do Instituto Superior Técnico. Saiba mais sobre o Grupo aqui: https://cantatradicional.ist.utl.pt/ Reportagem: Marco António (366 Ideias) Pré-produção: Joana Lobo Antunes, Pedro Garvão Pereira, Sílvio Mendes e Filipa Soares (Área de Comunicação Imagem e Marketing do Técnico) Saiba mais em 110.tecnico.ulisboa.pt