
O impressor telegráfico Hermann foi feito quase integralmente em Portugal, no final do século XIX, e deu um contributo decisivo para a comunicação em tempo real no país. O aparelho imprimia códigos morse numa fita de papel muito estreita, dispensando a necessidade de haver pessoas a descodificar mensagens no momento. Viria a ser instalado em postos de correios de todo o país, depois da sua criação pela mão de Maximiliano Augusto Herrmann. Um dos exemplares desses impressores conta hoje a sua história no Museu Faraday, no campus Alameda, do Técnico. Está em pleno funcionamento, exibindo aos visitantes do Museu os mecanismos com que permitiu aproximar mais a pessoas quando a comunicação à distância em tempo real ainda era quase uma miragem. Esta é a conversa com Moisés Piedade, que foi professor do Técnico até 2012, e é cofundador do Museu Faraday. Reportagem: Marco António (366 Ideias) Pré-produção: Joana Lobo Antunes, Sílvio Mendes e Filipa Soares (Área de Comunicação Imagem e Marketing do Técnico) Saiba mais em 110.tecnico.ulisboa.pt