
Horácio Fernandes e Carlos Silva são investigadores do Departamento de Plasmas e Fusão Nuclear do Instituto Superior Técnico. Tentam reproduzir, aqui na Terra, "o processo que alimenta as estrelas", precisamente a fusão nuclear. Este é o ponto de partida para uma conversa sobre o equipamento que permite este tipo de investigação. O nome - Tokamak - soa estranho ao ouvido e nem é bem uma palavra, mas sim um vocábulo resultante de um acrónimo constituído a partir de várias palavras... russas. Tokamak junta as palavras Câmara de Vácuo Toroidal. Só que em russo, evidentemente [тороидальная камера с магнитными катушками]. O exemplar do Técnico chama-se ISTTOK. E como este nome se pronuncia - há mais que uma corrente de pensamento sobre este detalhe em particular - é só uma das imensas curiosidades do equipamento, que é único em Portugal e muito procurado por estudantes vindos de todo o mundo. Reportagem: Marco António (366 Ideias) Pré-produção: Joana Lobo Antunes, Pedro Garvão Pereira, Sílvio Mendes e Filipa Soares (Área de Comunicação Imagem e Marketing do Técnico) Saiba mais em 110.tecnico.ulisboa.pt