
Quarto conto para a terceira semana do Advento: O Celeiro do Esquilo. Conto 4, por SandeshFerrari: Quando um ato nosso, interfere significativamente na vida de outra pessoa, passamos a fazer parte energeticamente da tribo daquela pessoa, entramos para família e compartilhamos obstáculos e bençãos, karmas e dharmas em certo nível... Se eu ajudo ou atrapalho a vida de alguém, expulsando a família sagrada da minha propriedade ou partilhando minhas nozes com São José e Santa Maria, então parte dos desafios de sobreviver na matéria e parte das proteções prósperas celestiais são compartilhadas... interferir é entrar para o sistema de quem recebeu a interferência, é fazer parte e ter um lugar, com luzes e sombras no clã e na história de alguém... e viver com as luzes que iluminam nossos celeiros e iluminam nosso futuro, por ter sido caridoso e altruísta... O efeito de se ajudar não acaba depois da ação, ele perdura por toda a história de quem foi ajudado... As vezes dura inclusive durante a história de seus descendentes por algumas gerações... caridade é fraternidade, e é um ato poderoso de onde não se sai imune nem impune...