![[#9] Já agora, uma conversa afiada](https://d3t3ozftmdmh3i.cloudfront.net/staging/podcast_uploaded_nologo/36295293/36295293-1738521601802-567dea7015a17.jpg)
Chama-se André, é casado com a Susana e são ambos meninos do Bolhão, nascidos e criados por ali, ao som do pregão. É com o André que vamos conversar, sobre isto de ser artesão, podia dizer “de seguir os passos do pai, e os do avô antes dele”, mas não, o que os une realmente são as mãos. Conversamos do que é herdar uma arte, torná-la profissão, continuar sempre a criar, a inovar e a reinventar. O André menino cresceu, mas o coração continua no lugar certo, que o digam a Sara do peixe, a Paulinha da fruta, a Amélia do pão ou o Nuno, compincha do café, que tão bem entrevistados foram pela nossa repórter especial, a “Susaninha do André”, como uns quantos lhe chamam. Venham connosco pelo Bolhão adentro, há boas histórias para ficar a conhecer. Esta, começa assim: era uma vez um menino, que cresceu com os olhos postos nas mãos do pai… Espreitem aqui: https://www.instagram.com/andre.amolador.bolhao/ https://www.facebook.com/andre.amolador.bolhao/?locale=pt_BR