
Hoje a gente vai falar de assunto que ocorre, principiante, depois do mês de junho e julho, de cada ano. Eu paguei muito imposto de renda, fui descontado na fonte, fiz a entrega da declaração, lancei todas as minhas despesas direitinho. Ou, optei pelo desconto simplificado e o resultado da minha declaração e ajuste, foi: Imposto a restituir. O que vem depois disso? Fique por dentro lendo o nosso artigo, assistindo ao nosso vídeo ou ouvindo ao nosso podcast. Entrego a minha declaração, já começo a contar com o ovo, e já saio gastando. Tem gente ate que antecipa no banco a sua restituição, sabia gente? Sim existem bancos, que cobrando juros, é claro, que antecipam a restituição do imposto de renda. Na minha opinião, não vale a pena, com exceção em caso de vida ou morte. Mas, e ai? O que pode estar acontecendo.? Bom, primeiro precisamos esclarecer que o Governo e a Receita Federal tem uma certa ordem de prioridades no pagamento da restituição anual. A prioridade, porém, continuará sendo de idosos, a partir de 60 anos, pessoas com doença grave ou deficiência física ou mental, ou que tenham dependente nessas condições, e contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério. Esse último grupo foi incorporado ao rol de prioridades, em 2018. Bom, estou no grupo de prioridades e não saiu a minha restituição? De duas uma, ou sua declaração caiu na malha fiscal, ou tem erros e correções a serem feitas por antecipação. Você deve procurar a sua contabilidade e verificar o que esta ocorrendo. Outra possibilidade, também, é você possuir débitos. Ai meu amigo, a receita Federal só te paga se você pagar a ela primeiro. Não tem jeito! O calendário de pagamentos em lotes da Receita Federal vai de junho até dezembro, de cada ano. A restituição sempre vem corrigida pela variação da taxa básica de juros, a Selic, do período correspondente.