
Neste episódio a Maria João vai tentar tomar as melhores decisões na gestão deste doente. Temos um homem de 52 anos que vem ao SU a meio da noite, vindo da discoteca, com dor abdominal súbita e intensa. Depois do alívio da dor, quais serão os melhores próximos passos? IMPORTANTE: Este caso clínico tem duas perguntas seguidas, sobre o mesmo doente; quando acabares o caso ouve o episódio extra em que discutimos as melhores decisões com um especialista nosso convidado. Responde e vê as respostas dos teus colegas aqui: https://www.medapprentice.org/course/cc-4 Pergunta 1: Um homem de 52 anos de idade vem ao SU de um hospital distrital às 01.30 am devido a dor abdominal intensa. É verão e ele estava numa discoteca a beber bebidas alcoólicas quando teve início súbito de dor abdominal que irradia para a sua virilha direita e testículo. Não tem antecedentes médicos relevantes. A sua tensão arterial é 148/82, o pulso 97/min; a temperatura auricular 37.0C; e as respirações 18/min. Apresenta-se inquieto, procurando mudar várias vezes de posição numa tentativa de aliviar a dor. O abdómen é mole com dor à palpação do flanco direito, sem defesa nem dor à descompressão. O exame inguinal e testicular é normal. O tira-teste urinário (Combur) revela hematúria (++), sem leucócitos nem nitritos. Avaliação laboratorial: sem leucocitose, PCR normal, função renal normal. A radiografia reno-vesical não demonstra alterações. Não há ecografia disponível. É administrado Cetorolac IV com alívio parcial da dor, tornando-se intermitente e progressivamente suportável. Qual é o melhor próximo passo na abordagem deste doente? ------------- Não fiques só a ouvir. Resolve os casos por ti. Ouve o episódio ou visita o nosso site para veres as opções de resposta e também a segunda pergunta, de seguimento deste caso. ----------- Vem fazer parte da nossa comunidade. Envia-nos um email para medapprenticeportugal@gmail.com com perguntas para nós resolvermos ou para te inscreveres no programa. Obrigado e até à próxima. Créditos: Gil Cunha e João Nuno Soares (escreveram este caso clínico) Maria João Brito (respondeu) Frederico Furriel (orientação científica, discussão do caso) Francisco Pinheiro (edição de som)