
Uns passos à frente e depois outros atrás – com uma cadência que não segue qualquer ritmo que se possa mensurar. É assim que se desenvolvem as negociações em torno da paz entre o Irão e os Estados Unidos. Do pouco que os EUA conseguiram no Médio Oriente, avulta a sensação de que Teerão tem mais apoios que no início da guerra, o que não é, com certeza, a finalidade da intervenção militar. Longe dali, como se em desespero, o presidente russo, pela voz de Sergey Lavrov, convidou os diplomatas a saírem do país, que é o mesmo que os convidar a permanecerem. Entretanto, na América Latina e no Brasil, ‘cheira’ a eleições.