
Os primeiros quatro meses do novo governo israelita estão sob escrutínio, e o facto de ser “uma salada de frutas” criada com o principal intuito de afastar do poder o anterior primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, não é um bom começo. Como também não é o facto de o alargamento do leque de partidos que suporta o governo ter desde nacionalistas até ao partido árabe israelita.