
Todo dia 1° de maio, quem ainda tem nas veias o sangue coagulado com gasolina e pedações de borracha presta seu tributo a memória do Chefe, do "Enerto", do Béco da dona Neide e do "seu" Milton, do terror do Prost e do desafeto do Nelsão. É quase um dia religioso pra alguns, e para outros, apenas mais um momento de lembrar das proezas do cara que, para muitos, foi o causador dessa paixão por velocidade, emoção, adrenalina a mais de 300 por hora. E hoje é 1º de maio, e quase como um jogral escolar, a equipe do G&M voltou em a um dia em São Paulo, no distante 1993, quando um jornalista/piloto teve o privilégio de presenciar in loco, de carona e sem poder respirar, do que Ayrton Senna era capaz, com muito talento e os cavalos-vapor da casa de Ingolstadt 🌻🌻