
"Compele para ti, ó Deus, as nossas vontades, mesmo rebeldes". Nossa relação com o mundo deve servir de trampolim para os nossos potenciais de sabedoria e amor. Nossas experiências são como sala de aula para o desenvolvimento da nossa espiritualidade. Quando refletirmos sobre "A volta do filho pródigo", devemos observar em quais momentos nos comportamos enquanto o filho mais moço, quais as nossas atitudes semelhantes às do filho mais velho e o que nos falta para aceitarmos o convite de agirmos enquanto pai. Dessa forma, estaremos a promover a ponte entre o perdão, a reconciliação e a cura interior.