
Neste quinto e último episódio, quatro poemas publicados em seu primeiro livro "Poesias oferecidas às senhoras rio-grandenses" são lidos pela atriz Fernanda Fiuza. O episódio começa com um soneto por ocasião da morte da mãe da autora. Delfina ficou órfã de pai em 1826, e de mãe, em 1833. Seus pais foram o capitão-mor Joaquim Fernandes da Cunha, responsável pela guarda do litoral, e Maria Francisca de Paula e Cunha. Em seguida, outro soneto, também por ocasião da morte da mãe da autora é lido por Fernanda. No terceiro poema, Delfina mostra sua melancolia diante da vida. O mote diz: "Todos vivem, só eu morro, / Em cada instante que vivo." O episódio encerra com um poema em que Delfina fala de amizade. O mote diz: "Os enleios da amizade."