
Na Inglaterra, o Chelsea passou a regular seus treinos no time feminino fazendo um acompanhamento do ciclo menstrual das atletas. Aqui no Brasil, o trabalho é feito pelo preparador físico do Bahia, Ítalo Trinchão. Ele comenta em quais pontos isso pode ser importante para as jogadoras. Taline da Costa, médica do Corinthians, ressalta, porém, que o ciclo não pode ser visto como uma doença e sim como algo a mais na vida da atleta. A técnica Pia Sundhage diz que, há 30 anos, já fazia um processo parecido como atleta na Suécia.