
Nesta edição: China deve superar os EUA em modelos de IA até 2030, segundo a Bloomberg Intelligence ONU volta a condenar o embargo a Cuba, mas a oposição à resolução bate recorde Juros altos e famílias endividadas pressionam o varejo no novo mandato de Lula Citi, Morgan Stanley e JPMorgan, que recomendavam aumentar a exposição ao Brasil antes da eleição, reverteram as apostas depois da reeleição de Lula. Na segunda-feira, o dólar subiu 8%, a maior alta em mais de duas décadas, o Ibovespa caiu cerca de 14% e os juros futuros dispararam mais de 300 pontos-base. A gente explica o que preocupa os investidores, como o déficit acima de 9% do PIB, e por que gestores como Wells Fargo, Carmignac e GQG veem exagero e oportunidade. Na véspera do segundo turno, Polymarket e Kalshi davam cerca de 80% de chance de vitória a Flávio Bolsonaro, e o mercado acreditou. Em coluna de opinião, Jonathan Levin, da Bloomberg Opinion, mostra que menos de US$ 32 milhões em apostas, feitas sem a participação de quem mora no Brasil, ajudaram a criar e depois evaporar cerca de US$ 130 bilhões em valor na bolsa. Ele também tira lições para as eleições de meio de mandato nos EUA.