
Cultura da aceleração, patologia do hipercapitalismo, excesso de demandas, síndrome do corpo todo inquieto: chame como quiser. O que importa é que, nos últimos tempos, viver parece que virou sinônimo de acelerar, acelerar… E então pifar. Ou, no mínimo, ficar de saco cheio. Dá pra harmonizar melhor o nosso ritmo particular e o ritmo do mundo lá fora? Vem descobrir com a gente!