
Por ter a compreensão da importância do rádio como ferramenta de difusão de notícias e de informações é que não consigo entender o reducionismo mental da comunicação praticada pelo governo de Bolsonaro – cujas estratégias estão entregues nas mãos de deslumbrados adoradores das redes sociais, entorpecidos do próprio ego, reféns da própria estupidez. Quando eu eventualmente critico o nosso governo não é no sentido de que irei abandoná-lo, muito pelo contrário. Eu quero e preciso que o governo diga para as pessoas as verdadeiras razões pelas quais ninguém tem razão para abandoná-lo. E a ferramenta adequada, certa e justa é o uso do rádio. E me entristece ver e perceber que os que podem mudar o jogo, são sábios demais para reconhecer que estão errando.