
As chamadas "carteirinhas de estudante" é um negócio que movimenta milhões de reais a cada ano, alimentando uma engrenagem político-partidária ligada ao PCdoB – sigla que abriga os presidentes das entidades - Ubes e Une, donas do cartel - nas últimas décadas. É um negócio lucrativo e sobre o qual não há qualquer controle ou prestação de contas e, sempre se soube, com poderosos tentáculos que abarcam um sem fim de interesses e de acordos. Sem errar, pode-se dizer que elas "aproveitam” a militância que o modelo pedagógico brasileiro incentiva, através da formação de quadros desde o ensino médio. Astutas e ladinas, as entidades oferecem um pacote que mistura a promessa do paraíso com a inexistência de compromissos ou obrigações. E para elas, muitos milhões sem qualquer tipo de compromisso com a transparência.