
Pode ser repugnante aceitar, mas a verdade é que Alcolumbre precisava cumprir a sua parte no acordo. Cabe a nós, enquanto sociedade, saber como votou o senador de cada estado e cobrar pessoalmente deles a safadeza de suas posturas, inclusive porque 1/3 deles terá de renovar o mandato em 2022. Resta saber se nós, enquanto sociedade, teremos a clareza de dar o troco, até porque como sempre aprendi: a vingança é um prato que se come frio... Agora, muda o campo de batalha. O foco terá de ser contra os deputados federais e será hora de saber se o apoio do chamado Centrão ao governo Bolsonaro é realmente para valer ou apenas um faz de conta. Minha opinião? Na Câmara, passa ainda com mais facilidade – porque lá o Botafogo precisará fechar apenas o acordo e fazer as promessas com os líderes dos partidos, que são os únicos que podem se manifestar em sessões remotas...