
SALMOS 141-142 Nesses salmos, saímos da súplica por guarda sobre os lábios e a vida para não se inclinar às práticas dos perversos para a oração aflita entoada no esconderijo de uma caverna, consolidando a verdade de que o Senhor é a nossa oração aceita como incenso, o nosso refúgio seguro quando o espírito desfalece e a nossa porção na terra dos viventes. No salmo 141, o salmista clama para que o Senhor Se apresse em ouvi-lo, pedindo que a sua oração suba como incenso e o levantar de suas mãos seja como o sacrifício da tarde; ele roga por uma guarda à sua boca e uma porta aos seus lábios, pedindo que Deus não incline o seu coração para o mal nem o deixe comer dos manjares dos ímpios, preferindo a repreensão do justo e fixando os seus olhos no Senhor para não cair nos laços armados pelos malfeitores. No salmo 142, o salmista clama ao Senhor com a sua voz e derrama a sua queixa diante dele, expondo a sua tribulação quando o seu espírito desfalecia; olhando para a direita e não vendo ninguém que o reconhecesse ou cuidasse da sua alma, ele declara que o Senhor é o seu refúgio e a sua porção na terra dos viventes, pedindo que a sua alma seja tirada da prisão para que possa louvar o Nome divino cercado pelos justos. Bom dia!!! Hoje falando sobre #Autocontrole, #Refúgio e #Confissão