
SALMOS 101-102 Nos salmos de hoje, saímos da declaração de um governante decidido a banir o mal de sua casa para o lamento profundo de um aflito que encontra refúgio na eternidade de Deus, consolidando a verdade de que a busca pela santidade em nossas decisões deve caminhar lado a lado com a total dependência da compaixão e da imutabilidade do Senhor. No salmo 101, o rei canta a misericórdia e o juízo, prometendo andar com retidão dentro de sua própria casa e rejeitando qualquer coisa má diante de seus olhos. Davi estabelece que não tolerará o homem de coração perverso, a calúnia nem o olhar altivo, escolhendo para seus fiéis companheiros e servos aqueles que andam no caminho reto. No salmo 102, o salmista descreve sua dor extrema: seus dias se esvaem como fumaça, seus ossos queimam e ele se sente como uma coruja nas ruínas. No entanto, sua esperança se acende ao contemplar que o Senhor permanece para sempre sobre o Seu trono, compadecer-se-á de Sião e olhará para a oração do desamparado, lembrando que enquanto os céus e a terra envelhecerão como roupas, Deus permanece o mesmo e os Seus anos jamais terão fim. #Integridade, #Refúgio e #EsperançaImutável