
Jacó, agora chamado Israel, enviou um presente generoso ao seu irmão detalhado no capítulo 32. Estrategicamente não enviou tudo de uma vez e deu instruções claras sobre o que deveria ser dito a Esaú. Quando eles se encontram, Jacó se curva sete vezes perante Esaú, eles se abraçam e o choro é copioso. Foram anos de separação e as últimas lembranças eram as piores possível. Jacó teme o fato de Esaú vir acompanhado de tantos homens, mas não teria ele agido assim tendo os mesmos receios nos seu coração? O comportamento desses irmãos pode nos ensinar muito sobre como devemos agir num processo de reconciliação. Alguns podem precisar disso no futuro; outros podem estar precisando agora!