
Elifaz encabeça novamente um segundo ciclo de conversas entre Jó e seus amigos; sua postura muda completamente, depois que Jó rejeita veementemente as palavras ditas por ele e pelos demais. Elifaz se coloca na defensiva, defendendo, inclusive, os argumentos dos demais, por isso menciona a sabedoria dos velhos e questiona a integridade de Jó, afirmando que ele não passava de um inimigo de Deus, um homem astuto de palavras. Ele mostra o fim dos ímpios e as desgraças que abatem sobre eles. Jó questiona a postura deles, ratificando que suas palavras são inúteis. Elifaz se esquece que nem sempre a desgraça e a adversidade são evidências de que desagradamos a Deus.