
Uma prática comum em Israel, até porque a Lei de Deus assim estabelecia, eram os jejuns; eles aconteciam em diversos momentos do ano, principalmente no Dia da Expiação ou Yom Kippur. Mas, a exemplo de outras atividades prescritas pelo Senhor, os israelitas tornaram esta disciplina espiritual valiosa um ato religioso. O interessante é que num dado momento eles queixam junto a Deus acerca do porquê seus jejuns não eram aceitos e suas orações aceitas perante ele. Qual foi a resposta do Senhor? “Será esse o jejum que escolhi, que apenas um dia o homem se humilhe, incline a cabeça como o junco e se deite sobre pano de saco e cinzas? É isso que vocês chamam jejum, um dia aceitável ao Senhor? O jejum que desejo não é este: soltar as correntes da injustiça, desatar as cordas do jugo, pôr em liberdade os oprimidos e romper todo jugo? Não é partilhar sua comida com o faminto, abrigar o pobre desamparado, vestir o nu que você encontrou, e não recusar ajuda ao próximo?” Isaías, 58.5-7